SOFTWARE LAUNCH - 2026
Evento internacional de lançamento do software FRM: 13 palestras científicas que conduzem o profissional dos fundamentos do z-score individual até a aplicação clínica integrada de neuromodulação, qEEG, sLORETA e Digital Twin.
Neuro-Medtech
NetNeuro
Universidade de Parma
Brain Performance
Os patrocinadores oferecem desconto que decresce conforme a data de inscrição. Quem se cadastra antecipadamente ainda recebe acesso às lives pré-evento com Dra. Viviane Dasilva.
Standard
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Acesso integral às 13 palestras
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Sequência cronológica que conduz dos fundamentos científicos do FRM (papers MDPI e Parma), passa pelos módulos do software e da prática clínica, e culmina com a demo ao vivo do software FRM e a apresentação da plataforma NetNeuro
Do z-score populacional ao biomarcador individual: por que precisamos de um novo paradigma.
• PAPER MDPI • I-APF • CDI • BDWS • QEEG
Conteúdo central
O z-score compara o paciente com uma população normativa e diz "este cérebro desvia da média". Mas não diz para onde ir, com qual frequência treinar, nem em que intensidade intervir. Esta palestra apresenta o paper MDPI e os três índices centrais do FRM: i-APF, CDI e BDWS.
• i-APF: por que o pico de Alfa occipital é o "relógio neural" individual e como calculá-lo
• CDI%: a fórmula que mede o desvio real do paciente da sua homeostase fractal — não da média
• BDWS: índice composto que integra espectral, fractal e ressonância em uma porcentagem clínica
• BDWS Paper vs BDWS v2: diferenças e quando usar cada versão
• Regra dos 85% (Wilson, 2019) para carga e duração do treino
• Demo ao vivo: importar EDF → gerar i-APF → ler CDI → definir protocolo
Objetivos de aprendizado
• Calcular o i-APF a partir de qEEG occipital em Olhos Fechados
• Interpretar o CDI% e classificar o nível de desvio clínico
• Usar o BDWS para definir duração e intensidade de NFT
Apresentação: Dra Viviane Dasilva - Instagram | LinkedIn | Facebook
Psicóloga, mestre em Dependência Patológica com certificação pela Universidade de Oxford e membro da Associação Britânica de Neurociência. Atualmente, cursa mestrado em Neurociência Cognitiva e Psicobiologia na Universidade de Parma, Itália, onde também atua como assistente de pesquisa no Laboratório de Psicologia Cognitiva. Possui pós-graduação em Teoria dos Sistemas Familiares e Terapias de Terceira Geração.
Desde 2016, atende online com consultoria individual, familiar e corporativa, realizando leituras de mapas neurais e programas remotos de neurorreabilitação e neurotreinamento com qEEG e dispositivos domiciliares.

Da análise espectral clássica à complexidade fractal: o que cada índice revela clinicamente.
• PAPER PARMA • HIGUCHI • HURTS • DFA • PINK NOISE
Conteúdo central
A análise espectral tradicional captura "quanto" de cada onda existe. As métricas não lineares capturam a "qualidade" da arquitetura do sistema — se o cérebro opera em complexidade saudável (pink noise) ou está colapsando para entropia patológica (white noise).
• Métricas lineares: PSD, bandas δ/θ/α/β/γ, potência absoluta e relativa
• Higuchi Fractal Dimension: complexidade temporal (saudável: 1.3–1.7)
• Hurst Exponent: memória longa — 0.7–0.9 = "caos organizado" saudável
• DFA, Lyapunov, Sample Entropy e Shannon Entropy
• Pink noise → white noise como biomarcador de disfunção
• Goodwin Oscillator + Hodgkin-Huxley: suporte biofísico do Alfa
Objetivos de aprendizado
• Distinguir o que métricas lineares e não lineares revelam
• Identificar padrões de entropia patológica via Hurst e Higuchi
• Conectar Goodwin Oscillator à validação biofísica do i-APF
Apresentação: Dra Fernanda Marques
• Graduada em Letras
• Graduada em Filosofia
• Pós-graduação em Neuropsicopedagogia
• Pós-graduação Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
• Pós-Graduanda em Neurociências, Comunicação e Desenvolvimento Humano
• Extensão acadêmica em Bioiatria
• Formação em Neurofeedback pela Neurowork

Como traduzir dados de eletrodos em localização de fonte 3D e decisão clínica.
• SLORETA • 76 REGIÕES • DESIKAN-KILLIANY • BA 9/46
Conteúdo central
O sLORETA calcula a densidade de corrente em 12.700 voxels e projeta as fontes nas 76 regiões do atlas Desikan-Killiany. Esta palestra ensina a usar as quatro visualizações do software para identificar quais hubs do grafo cerebral estão em hipofunção ou hiperfunção.
• Por que sLORETA supera qEEG de superfície: blurring e condução de volume
• 76 regiões Desikan-Killiany: hubs BA 9/46, BA 24, BA 11
• Visualizações 3-Panel, Montage, Topomap, 3D
• Tabela de fontes: potência, lobo, hemisfério
• Conectar sLORETA ao diagnóstico vetorial: hipo vs hiperfunção
• Demo ao vivo: carregar paciente → identificar hub crítico.
Objetivos de aprendizado
• Navegar nas quatro visualizações sLORETA com segurança
• Identificar BAs e conectá-las a funções executivas
• Usar sLORETA para definir alvo de neuromodulação por fonte
Apresentação: Dr. Ricardo João Fidelis de Araújo
• Médico pela UFPE, Residência de Psiquiatria pela SES/PE, título de especialista pela ABP
• Formação em Psiquiatria da Infância e Adolescência pela Santa Casa do Rio de Janeiro, Pós Graduação em Psiquiatria da infância e adolescência
• CEO da Clínica MultiNós
• Experiência em Neuromodulação e tecnologias aplicadas à saúde

The Virtual Brain (TVB) e o modelo Goodwin: simular antes de intervir.
• DIGITAL TWIN • TVB • GOODWIN • CONECTOMA
Conteúdo central
Um Digital Twin é uma réplica computacional do sistema real que permite testar intervenções antes de aplicá-las. No FRM, utiliza o modelo Goodwin Oscillator sobre um conectoma de 76 regiões via The Virtual Brain (TVB), simulando como o cérebro deste paciente específico responde a diferentes parâmetros.
• O que é um Digital Twin no contexto clínico e o que não é
• The Virtual Brain (TVB): motor de simulação · 76 regiões
• Goodwin Oscillator: oscilações enzimáticas e ritmos cerebrais
• Hill Coefficient (d): gradiente pink ↔ white noise
• Coupling Strength: força de acoplamento entre nós
• Distância de bifurcação: estabilidade do sistema
Objetivos de aprendizado
• Configurar e executar simulação TVB (Hill coeff, Coupling, Duration)
• Interpretar resultados nas abas Fractal e Protocol
• Explicar Digital Twin ao paciente de forma acessível
Apresentação: Dra. Eliane Céspedes Paes Huard
Médica pediatra, neurocientista e Mestre em Ciências da Saúde pela UnB. Com formação e residência pelo Instituto da Criança da USP, especializou-se em Neuromodulação Não Invasiva, Psiquiatria Infantil e Neurodesenvolvimento. Dedicou 25 anos de sua carreira à Rede SARAH de Hospitais de Reabilitação, onde liderou o Ambulatório de Lesões Cerebrais Adquiridas. Possui inserção internacional com apresentações na UCLA e na International Brain Injury Association (IBIA). Atualmente, é Coordenadora de Neurologia e Professora Assistente no CEUB, além de fundadora e Diretora do Instituto Eliane Céspedes de Neurociências.

O análogo neural do HRV combinado ao score composto com adaptação bayesiana automática.
• MRV • BDS • RMSSD • SDNN • BAYESIAN DRIFT
Conteúdo central
MRV mede a variabilidade do i-APF época a época — análogo neural do HRV — quantificando a resiliência fractal em tempo real. O BDS é o score composto de 4 componentes com adaptação bayesiana automática de pesos.
• MRV: variabilidade época-a-época do i-APF — análogo neural do HRV cardíaco
• RMSSD_MRV = √(mean(∆i²)) — sensibilidade autonômica
• SDNN_MRV = √(Σ(i-APFi − mean)² / n) — variabilidade global do sistema
• pNN50_MRV = count(|∆i| > 0.5 Hz) / (n−1) × 100 — flexibilidade oscilatória
• BDS v1: 100 × (w1×S_APF + w2×S_COH + w3×S_RAT + w4×S_ENT)
• Bayesian Drift: shifts automáticos de peso para componentes com maior deficit
Objetivos de aprendizado
• Calcular MRV (RMSSD, SDNN, pNN50) a partir de séries de i-APF época a época
• Interpretar o BDS v1 e identificar qual componente está puxando o score para baixo
• Usar o Bayesian Drift para ajustar o protocolo ao deficit dominante
Apresentação: Dra. Andréia Jasper
• Pedagoga
• Psicopedagoga Clínica e Institucional
• Neuropsicopedagoga
• Pós Graduação em Neurociência do Comportamento
• Habilitação em Técnicas de Neuromodulação

Como calcular a frequência-alvo personalizada para cada paciente em cada estado cerebral.
• BETTER FREQUENCY • I-FAI • FIBONACCI • φ / e / π
Conteúdo central
Em vez de treinar "Beta" como faixa genérica, o FRM calcula a frequência exata onde o cérebro deste paciente opera de forma funcional em cada estado. Derivada do i-FAI usando constantes que respeitam os regimes naturais do sistema nervoso.
• Por que protocolos genéricos de Beta falham
• i-FAI: média Fibonacci ponderada do Alfa global
• Distribuição Fibonacci dos eletrodos (Z1 a Z5)
• Três constantes: φ (repouso), e (alerta), π (tarefa)
• Better Frequencies por banda: δ, θ, α, β, γ
• Resultados clínicos: Beta alto → Beta funcional
Objetivos de aprendizado
• Calcular Better Frequencies para todas as bandas a partir do i-FAI
• Explicar a lógica fisiológica de φ, e e π por estado
• Aplicar Better Frequency como threshold no NFT
Apresentação: Dr. Thiago Mangueira Marcos - Instagram | LinkedIn | Facebook
• Psicólogo especialista em Psicologia Clínica pelo CFP.
• Mestre em Psicologia e Intervenções em Saúde (EBMSP)
• Formação em Neuromodulação Não-invasiva (Unifesp)
Site: https://thiagommarcos.com.br
E-mail: [email protected]
Instagram: @thiago.m.marcos

Modelar o cérebro como rede de nós e arestas: do diagnóstico vetorial à intervenção precisa.
• GRAFOS • VETORES • PLV • DMN - CEN • SMALL - WORLD
Conteúdo central
A teoria dos grafos transforma a visão de "áreas cerebrais isoladas" em um modelo de rede dinâmica. Esta palestra ensina como usar esse framework para classificar o paciente em um vetor de estado patológico e definir a força vetorial de intervenção neuromodulatória.
• Grafo cerebral G=(V,E): ROIs sLORETA e PLV/coerência
• Métricas de centralidade: grau, betweenness, eficiência
• Small-World: segregação ↔ integração
• Os 4 vetores clínicos de estado
• DMN vs CEN vs Saliência: competição de redes
• Vetor de Pitágoras: magnitude de conectividade
Objetivos de aprendizado
• Classificar paciente nos 4 vetores via qEEG e sLORETA
• Interpretar centralidade e conectar a déficits executivos
• Usar connectogram PLV para monitorar evolução das arestas
Apresentação: Dra Viviane Dasilva - Instagram | LinkedIn | Facebook
Psicóloga, mestre em Dependência Patológica com certificação pela Universidade de Oxford e membro da Associação Britânica de Neurociência. Atualmente, cursa mestrado em Neurociência Cognitiva e Psicobiologia na Universidade de Parma, Itália, onde também atua como assistente de pesquisa no Laboratório de Psicologia Cognitiva. Possui pós-graduação em Teoria dos Sistemas Familiares e Terapias de Terceira Geração.
Desde 2016, atende online com consultoria individual, familiar e corporativa, realizando leituras de mapas neurais e programas remotos de neurorreabilitação e neurotreinamento com qEEG e dispositivos domiciliares.

Da amplitude linear ao closed-loop de precisão: como o NFT reconstrói arestas do grafo.
• NEUROFEEDBACK • NFT • CLOSED-LOOP • LIVE SESSION
Conteúdo central
Quando o NFT é combinado com sLORETA e teoria dos grafos, deixa de ser um treino de amplitude genérica e passa a ser uma calibração cirúrgica de arestas específicas do grafo neural.
• Princípio de Hebb aplicado ao NFT
• NFT Z-score vs amplitude: vantagens e limitações
• Montagem de 3–4 canais monorreferenciais
• Protocolo de linha média: Fz, Cz, Pz, Oz
• SMR em Cz · Ritmo Mu em C3/C4
• Fz como âncora vetorial: F3 (hipo) · F4 (hiper)
• Live Session no FRM: Band Power, Spectrum, Wavelet
Objetivos de aprendizado
• Montar protocolo NFT de 3–4 canais com âncora Fz
• Distinguir quando usar SMR, Mu, Alfa e Teta
• Usar a Live Session do software em tempo real
Apresentação: Dr João Paulo Moreira Di Vellasco - CRP 09/4975 - Instagram | LinkedIn | Facebook CDI · BDWS · i-
• Graduado em Psicologia e Especialista em Neuropsicologia psicologia pela PUC/Go
• Aperfeiçoamento em Psicogerontologia pelo PROEPSI/UFMG
• Habilitação na Técnica de Neuromodulação Autorregulatória/Neurofeedback (Neurowork)
• Docente na graduação de Psicologia e supervisor de estágio em Neuropsicologia da UNIALFA.
• Docente na Pós Graduação de Terapia Comportamental Cognitiva, Reabilitação Neuropsicológica e Psicologia da Saúde no Instituto Suassuna.
Instagram: @joaopaulovellasco
Email: [email protected]

Engenharia de tráfego neural: escolher a ferramenta certa para o nó certo do grafo.
• TDCS • TACS • TPCS • TRNS • TVNS
Conteúdo central
Com sLORETA e teoria dos grafos, o alvo não é o eletrodo — é o nó do grafo. Esta palestra apresenta as cinco modalidades de corrente disponíveis, suas mecânicas biofísicas distintas, e como o diagnóstico vetorial define qual ferramenta usar.
• tDCS (Corrente Contínua): modulação tônica — anodal (excitatório) vs catodal (inibitório)
• tACS (Corrente Alternada): ressoa com ritmos endógenos — sincroniza oscilações
• tPCS (Corrente Pulsada): pulsos com duty cycle — modulação temporal precisa
• tRNS (Ruído Aleatório): ruído branco de corrente — excitabilidade cortical bilateral
• tVNS (Nervo Vago Transcutânea): modulação autonômica e anti-inflamatória
• Diagnóstico vetorial → modalidade: hipofunção, burnout, ansiedade
• Protocolo concorrente (closed-loop): estimulação + tarefa cognitiva
Objetivos de aprendizado
• Distinguir os mecanismos biofísicos das 5 modalidades e suas indicações
• Selecionar a modalidade correta para cada vetor clínico identificado
• Desenhar protocolo concorrente com base no nó-alvo do grafo
Apresentação: Dra Renata Maria de Paula NásserCDI · BDWS · i-
• Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga
• MBA em Reabilitação Neuropsicológica — IPOG – Instituto de Pós- Graduação e Graduação — Em andamento
• Especialização em Neuropsicologia — IPOG – Instituto de Pós-Graduação e Graduação — 2026
• Especialização em Avaliação e Diagnóstico Psicológico — Faculdade Única — 2016
• Especialização em Psicopatologia — Incantato Educação — Em andamento
• Graduação em Psicologia — UNIPAC – Universidade Presidente Antônio Carlos —2014

A caixa de marchas completa: integrar as quatro ferramentas em sequência clínica.
• NBR • EBA-RC • NEUROMOVE • NEUROGRAPH • POLAR H10
Conteúdo central
O Neurotraining integra quatro ferramentas com lógicas distintas e complementares: NBR regula o sistema autonômico, EBA-RC reconsolida traços mnésicos, Neuromove reconecta neurônios motores, e NeuroGraph monta treinos baseados nos hubs comprometidos do conectoma.
• NBR Method: dois tracks — NBR Core (respiração + mindfulness) e NBR+EBA-RC
• EBA-RC: 5 fases (calibração → evocação → EBA → integração → consolidação)
• Neuromove Fase 1: respiração + relaxamento progressivo — preparação metabólica
• Neuromove Fase 2: marcha rítmica bilateral — descargas de entropia
• Neuromove Fase 3: resistência leve com tDCS M1 — neuromodulação + movimento
• HRV Polar H10 como árbitro: RMSSD via Bluetooth regula intensidade e pausas
• NeuroGraph: hubs comprometidos por condição (Parkinson → M1 + parietal + memória)
Objetivos de aprendizado
• Descrever as 3 fases do Neuromove e o papel do HRV Polar H10 como árbitro
• Distinguir NeuroGraph de treino cognitivo por circuitos isolados
• Sequenciar NBR → EBA-RC → Neuromove → NeuroGraph em sessão integrada
Apresentação: Dra Viviane Dasilva - Instagram | LinkedIn | Facebook
Psicóloga, mestre em Dependência Patológica com certificação pela Universidade de Oxford e membro da Associação Britânica de Neurociência. Atualmente, cursa mestrado em Neurociência Cognitiva e Psicobiologia na Universidade de Parma, Itália, onde também atua como assistente de pesquisa no Laboratório de Psicologia Cognitiva. Possui pós-graduação em Teoria dos Sistemas Familiares e Terapias de Terceira Geração.
Desde 2016, atende online com consultoria individual, familiar e corporativa, realizando leituras de mapas neurais e programas remotos de neurorreabilitação e neurotreinamento com qEEG e dispositivos domiciliares.

Integrando neurociência de precisão à escuta clínica: o perfil do profissional do século XXI.
• NORA • COUNSELLOR • ÉTICA • RELAÇÃO TERAPÊUTICA
Conteúdo central
NORA (Neuromedtech Oriented Responsive Assistant) é o framework que integra os dados objetivos do qEEG à subjetividade do paciente. Uma ferramenta sem clínico formado é apenas tecnologia.
• NORA: o que é e como diferencia o profissional do aplicador técnico
• Tríade: dados objetivos + fenótipo clínico + relação
• Formação de Counsellors: competências e limites
• Apresentar o relatório FRM ao paciente sem perder precisão
• Integração multidisciplinar e encaminhamentos
• Acompanhamento longitudinal: CDI e MRV sessão a sessão
• Casos clínicos e aliança terapêutica
Objetivos de aprendizado
• Definir NORA e como integra dados objetivos à escuta relacional
• Identificar competências centrais do Counsellor
• Praticar a apresentação ética do relatório FRM ao paciente
Apresentação: Dra Brena Caroline dos Santos Dias
• Brena Caroline dos Santos Dias
• Neuropsicopedagoga
• Mestra Profissional em Educação
• Formação de Extensão Universitária em Neurofeedback

Tour completo pela plataforma: do primeiro login ao relatório PDF em 30 minutos.
• FRM SOFTWARE • DEMO AO VIVO • LIVE SESSION • RELATÓRIO • PAPER DEMO
Conteúdo central
Tour completo pela plataforma conduzido como uma jornada clínica completa: um paciente real é carregado, todas as abas são exploradas em sequência lógica, uma simulação TVB é executada ao vivo, e um relatório clínico em PDF é gerado ao final.
• Dashboard e layout: header, sidebar, brain map SVG e as seis abas de análise
• Importação de dados: Epoch JSON vs EDF — quando usar cada formato
• Aba Resonance: i-APF, i-FAI, CDI, BDWS e Better Frequencies
• Aba Advanced Metrics: Higuchi, Hurst, DFA, Lyapunov, Hodgkin-Huxley, Goodwin
• Aba Fractal: simulação TVB e análise multiescala (12 escalas temporais)
• Aba Protocol: ajuste personalizado Z × Pascal × Fibonacci × φ por banda
• Aba sLORETA: 4 visualizações (3-Panel, Montage, Topomap, 3D)
• Relatório clínico: as 13 seções do report e exportação em PDF
Objetivos de aprendizado
• Navegar com segurança em todas as abas do software e interpretar cada métrica
• Executar o fluxo completo: importar EDF → rodar simulação → gerar relatório PDF
• Usar o Paper Demo para apresentar o FRM a colegas e pacientes
Apresentação: Eng Software Sergio Nader
• Sergio Nader é um engenheiro de software sênior que lidera o desenvolvimento e a integração de IA do Modelo de Ressonância Fractal, uma plataforma com inteligência artificial que traz uma abordagem inovadora para a análise de qEEG usando a geração de relatórios baseada em RAG, como parte da NeuroMedTech. Ele também desenvolve soluções de IA para empresas que buscam integrar IA às suas operações existentes e é o fundador do adaptAI.chat, uma plataforma que dá aos usuários acesso a quase 300 modelos de IA a partir de uma única interface — com a possibilidade de compará-los lado a lado. Músico, aquarelista e entusiasta de física e história, ele constrói com IA e a integra em produtos do mundo real diariamente, e é exatamente por isso que ele não confunde o que ela faz com o que ela é.

A plataforma de formação que une profissional, família e caregiver em um sistema completo.
• NETNEURO • PATIENT-CENTRED • FAMILIA • CAREGIVER • ECOSSISTEMA • REINO UNIDO
Conteúdo central
A NetNeuro nasceu de uma convicção da neurociência produzida nos laboratórios precisa chegar à clínica e à vida diária do paciente sem perder o rigor. Plataforma britânica com expansão crescente no Brasil, liderada pela Dra. Viviane Dasilva.
• Missão: trazer a ciência dos laboratórios para a vida real da clínica
• Origem britânica · expansão no Brasil — bilíngue, acessível, com rigor
• Abordagem patient-centred: inclui família, caregiver e ambiente
• Trilha Profissional: qEEG, sLORETA, FRM, NFT, Neuromodulação, NORA
• Trilha Família & Caregiver: entender o diagnóstico e apoiar a reabilitação
• Trilha Paciente: neuroeducação acessível — o cérebro como aliado
• Comunidade ativa: supervisão clínica, grupos de estudo, suporte pós-certificação
Objetivos de aprendizado
• Compreender a missão e o posicionamento da NetNeuro no ecossistema
• Identificar as trilhas disponíveis para profissionais, famílias e caregivers
• Entender por que incluir o entorno do paciente é parte do protocolo clínico
Apresentação: Coach Raquel Simomura
• Coach certificada de adolescentes pela BP NeuroTraining, com formação em Coaching Vocacional, Habilidades Interpessoais, Metacognição, TDAH e Necessidades Educacionais Especiais.
• Executiva com mais de 25 anos em empresas globais, especialista em estratégia, inovação, governança, gestão de projetos, PMO e criação de valor em ambientes multiculturais.
• Consultora, mentora e palestrante, conecta estratégia e execução com alto impacto organizacional. Cursa Mestrado em Liderança, possui MBA e certificações PMP, Disciplined Agile e Scrum.

Nesta série exclusiva, você terá acesso aos fundamentos conceituais
que servirão de base para o seu sucesso no evento principal
Apenas os participantes do Lote 01 receberão o link exclusivo para assistir às transmissões ao vivo.
As transmissões ao vivo serão em português, com um debate aberto ao final.
Por que precisamos abandonar o paradigma populacional e mover para o biomarcador individual.
Como métricas não lineares revelam a arquitetura fractal do sistema e o colapso para entropia patológica.
Demo guiada das principais funções do software e Q&A aberta com a comunidade pré-evento.
VIVIANE DASILVA & OLIMPIA PINO
Evento internacional de lançamento do software FRM. Realização Neuro-Medtech, em parceria com University of Parma, Brain Performance Institute & NetNeuro.
Lançamento Software FRM
13 palestras sobre neurometria de precisão, qEEG, sLORETA e Digital Twin
Lives Pré-evento
Material Cientifico - Biblioteca de Papers
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