SOFTWARE LAUNCH - 2026

Fractal

Resonance

Model - Launch

Evento internacional de lançamento do software FRM: 13 palestras científicas que conduzem o profissional dos fundamentos do z-score individual até a aplicação clínica integrada de neuromodulação, qEEG, sLORETA e Digital Twin.

REALIZAÇÃO

Neuro-Medtech

NetNeuro

Universidade de Parma

Brain Performance

Ingressos · 3 Lotes

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LOTE 02 - de 28/07 ATE 15/08

Standard

£140

de £190

ECONOMIZA £50

  • Acesso integral às 13 palestras

  • Apostila científica completa em PDF

  • Biblioteca de papers (qEEG + neuromodulação)

  • Certificado de participação

  • Acesso às lives pré-evento

LOTE 01 - ATE 27/07

Acesso Antecipado

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  • Certificado de participação

LOTE 03 - A partir de 16/08

Último Acesso

£190

PREÇO INTEGRAL

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Programa Científico

13 palestras · 13 módulos ·

30 minutos cada

Sequência cronológica que conduz dos fundamentos científicos do FRM (papers MDPI e Parma), passa pelos módulos do software e da prática clínica, e culmina com a demo ao vivo do software FRM e a apresentação da plataforma NetNeuro

01 — CDI · BDWS · i-APF — A Neurometria de Precisão Individual

Paper MDPI
Apresentação: Dra Viviane Dasilva

Do z-score populacional ao biomarcador individual: por que precisamos de um novo paradigma.

PAPER MDPI I-APF CDI BDWS QEEG

Conteúdo central

O z-score compara o paciente com uma população normativa e diz "este cérebro desvia da média". Mas não diz para onde ir, com qual frequência treinar, nem em que intensidade intervir. Esta palestra apresenta o paper MDPI e os três índices centrais do FRM: i-APF, CDI e BDWS.

i-APF: por que o pico de Alfa occipital é o "relógio neural" individual e como calculá-lo

CDI%: a fórmula que mede o desvio real do paciente da sua homeostase fractal — não da média

BDWS: índice composto que integra espectral, fractal e ressonância em uma porcentagem clínica

BDWS Paper vs BDWS v2: diferenças e quando usar cada versão

Regra dos 85% (Wilson, 2019) para carga e duração do treino

Demo ao vivo: importar EDF → gerar i-APF → ler CDI → definir protocolo

Objetivos de aprendizado

Calcular o i-APF a partir de qEEG occipital em Olhos Fechados

Interpretar o CDI% e classificar o nível de desvio clínico

Usar o BDWS para definir duração e intensidade de NFT

Apresentação: Dra Viviane Dasilva - Instagram | LinkedIn | Facebook

Psicóloga, mestre em Dependência Patológica com certificação pela Universidade de Oxford e membro da Associação Britânica de Neurociência. Atualmente, cursa mestrado em Neurociência Cognitiva e Psicobiologia na Universidade de Parma, Itália, onde também atua como assistente de pesquisa no Laboratório de Psicologia Cognitiva. Possui pós-graduação em Teoria dos Sistemas Familiares e Terapias de Terceira Geração.

Desde 2016, atende online com consultoria individual, familiar e corporativa, realizando leituras de mapas neurais e programas remotos de neurorreabilitação e neurotreinamento com qEEG e dispositivos domiciliares.

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02 — Métricas Lineares e Não Lineares do qEEG

Paper PARMA
Apresentação: Dra Fernanda Marques

Da análise espectral clássica à complexidade fractal: o que cada índice revela clinicamente.

PAPER PARMA HIGUCHI HURTS DFA PINK NOISE

Conteúdo central

A análise espectral tradicional captura "quanto" de cada onda existe. As métricas não lineares capturam a "qualidade" da arquitetura do sistema — se o cérebro opera em complexidade saudável (pink noise) ou está colapsando para entropia patológica (white noise).

Métricas lineares: PSD, bandas δ/θ/α/β/γ, potência absoluta e relativa

Higuchi Fractal Dimension: complexidade temporal (saudável: 1.3–1.7)

Hurst Exponent: memória longa — 0.7–0.9 = "caos organizado" saudável

DFA, Lyapunov, Sample Entropy e Shannon Entropy

Pink noise → white noise como biomarcador de disfunção

Goodwin Oscillator + Hodgkin-Huxley: suporte biofísico do Alfa

Objetivos de aprendizado

Distinguir o que métricas lineares e não lineares revelam

Identificar padrões de entropia patológica via Hurst e Higuchi

Conectar Goodwin Oscillator à validação biofísica do i-APF

Apresentação: Dra Fernanda Marques

Graduada em Letras

Graduada em Filosofia

Pós-graduação em Neuropsicopedagogia

Pós-graduação Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)

Pós-Graduanda em Neurociências, Comunicação e Desenvolvimento Humano

Extensão acadêmica em Bioiatria

Formação em Neurofeedback pela Neurowork

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03 — sLORETA — 76 Regiões: Da Superfície à Fonte

FRM SOFTWARE
Apresentação: Dr. Ricardo João Fidelis de Araújo

Como traduzir dados de eletrodos em localização de fonte 3D e decisão clínica.

SLORETA 76 REGIÕES DESIKAN-KILLIANY BA 9/46

Conteúdo central

O sLORETA calcula a densidade de corrente em 12.700 voxels e projeta as fontes nas 76 regiões do atlas Desikan-Killiany. Esta palestra ensina a usar as quatro visualizações do software para identificar quais hubs do grafo cerebral estão em hipofunção ou hiperfunção.

Por que sLORETA supera qEEG de superfície: blurring e condução de volume

76 regiões Desikan-Killiany: hubs BA 9/46, BA 24, BA 11

Visualizações 3-Panel, Montage, Topomap, 3D

Tabela de fontes: potência, lobo, hemisfério

Conectar sLORETA ao diagnóstico vetorial: hipo vs hiperfunção

Demo ao vivo: carregar paciente → identificar hub crítico.

Objetivos de aprendizado

Navegar nas quatro visualizações sLORETA com segurança

Identificar BAs e conectá-las a funções executivas

Usar sLORETA para definir alvo de neuromodulação por fonte

Apresentação: Dr. Ricardo João Fidelis de Araújo

Médico pela UFPE, Residência de Psiquiatria pela SES/PE, título de especialista pela ABP

Formação em Psiquiatria da Infância e Adolescência pela Santa Casa do Rio de Janeiro, Pós Graduação em Psiquiatria da infância e adolescência

CEO da Clínica MultiNós

Experiência em Neuromodulação e tecnologias aplicadas à saúde

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04 — Digital Twin — Simulação do Cérebro Individual

TVB + GOODWIN
Apresentação: Dra. Eliane Céspedes Paes Huard

The Virtual Brain (TVB) e o modelo Goodwin: simular antes de intervir.

DIGITAL TWIN TVB GOODWIN CONECTOMA

Conteúdo central

Um Digital Twin é uma réplica computacional do sistema real que permite testar intervenções antes de aplicá-las. No FRM, utiliza o modelo Goodwin Oscillator sobre um conectoma de 76 regiões via The Virtual Brain (TVB), simulando como o cérebro deste paciente específico responde a diferentes parâmetros.

O que é um Digital Twin no contexto clínico e o que não é

The Virtual Brain (TVB): motor de simulação · 76 regiões

Goodwin Oscillator: oscilações enzimáticas e ritmos cerebrais

Hill Coefficient (d): gradiente pink ↔ white noise

Coupling Strength: força de acoplamento entre nós

Distância de bifurcação: estabilidade do sistema

Objetivos de aprendizado

Configurar e executar simulação TVB (Hill coeff, Coupling, Duration)

Interpretar resultados nas abas Fractal e Protocol

Explicar Digital Twin ao paciente de forma acessível

Apresentação: Dra. Eliane Céspedes Paes Huard

Médica pediatra, neurocientista e Mestre em Ciências da Saúde pela UnB. Com formação e residência pelo Instituto da Criança da USP, especializou-se em Neuromodulação Não Invasiva, Psiquiatria Infantil e Neurodesenvolvimento. Dedicou 25 anos de sua carreira à Rede SARAH de Hospitais de Reabilitação, onde liderou o Ambulatório de Lesões Cerebrais Adquiridas. Possui inserção internacional com apresentações na UCLA e na International Brain Injury Association (IBIA). Atualmente, é Coordenadora de Neurologia e Professora Assistente no CEUB, além de fundadora e Diretora do Instituto Eliane Céspedes de Neurociências.

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05 — MRV & BDS — Mental Rate Variability e Brain Dynamics System

FRM / HRV
Apresentação: Dra. Andréia Jasper

O análogo neural do HRV combinado ao score composto com adaptação bayesiana automática.

MRV BDS RMSSD SDNN BAYESIAN DRIFT

Conteúdo central

MRV mede a variabilidade do i-APF época a época — análogo neural do HRV — quantificando a resiliência fractal em tempo real. O BDS é o score composto de 4 componentes com adaptação bayesiana automática de pesos.

MRV: variabilidade época-a-época do i-APF — análogo neural do HRV cardíaco

RMSSD_MRV = √(mean(∆i²)) — sensibilidade autonômica

SDNN_MRV = √(Σ(i-APFi − mean)² / n) — variabilidade global do sistema

pNN50_MRV = count(|∆i| > 0.5 Hz) / (n−1) × 100 — flexibilidade oscilatória

BDS v1: 100 × (w1×S_APF + w2×S_COH + w3×S_RAT + w4×S_ENT)

Bayesian Drift: shifts automáticos de peso para componentes com maior deficit

Objetivos de aprendizado

Calcular MRV (RMSSD, SDNN, pNN50) a partir de séries de i-APF época a época

Interpretar o BDS v1 e identificar qual componente está puxando o score para baixo

Usar o Bayesian Drift para ajustar o protocolo ao deficit dominante

Apresentação: Dra. Andréia Jasper

Pedagoga

Psicopedagoga Clínica e Institucional

Neuropsicopedagoga

Pós Graduação em Neurociência do Comportamento

Habilitação em Técnicas de Neuromodulação

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06 — Better Frequency — O Protocolo Individual de Frequência

I-FAI + φ / e / π
Apresentação: Dr. Thiago Mangueira Marcos

Como calcular a frequência-alvo personalizada para cada paciente em cada estado cerebral.

BETTER FREQUENCY I-FAI FIBONACCI φ / e / π

Conteúdo central

Em vez de treinar "Beta" como faixa genérica, o FRM calcula a frequência exata onde o cérebro deste paciente opera de forma funcional em cada estado. Derivada do i-FAI usando constantes que respeitam os regimes naturais do sistema nervoso.

Por que protocolos genéricos de Beta falham

i-FAI: média Fibonacci ponderada do Alfa global

Distribuição Fibonacci dos eletrodos (Z1 a Z5)

Três constantes: φ (repouso), e (alerta), π (tarefa)

Better Frequencies por banda: δ, θ, α, β, γ

Resultados clínicos: Beta alto → Beta funcional

Objetivos de aprendizado

Calcular Better Frequencies para todas as bandas a partir do i-FAI

Explicar a lógica fisiológica de φ, e e π por estado

Aplicar Better Frequency como threshold no NFT

Apresentação: Dr. Thiago Mangueira Marcos - Instagram | LinkedIn | Facebook

Psicólogo especialista em Psicologia Clínica pelo CFP.

⁠Mestre em Psicologia e Intervenções em Saúde (EBMSP)

Formação em Neuromodulação Não-invasiva (Unifesp)

Site: https://thiagommarcos.com.br

E-mail: [email protected]

Instagram: @thiago.m.marcos

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07 — Vetores & Teoria dos Grafos na Clínica

REDES DE NEUROCIÊNCIA
Apresentação: Dra Viviane Dasilva

Modelar o cérebro como rede de nós e arestas: do diagnóstico vetorial à intervenção precisa.

GRAFOS VETORES PLV DMN - CEN SMALL - WORLD

Conteúdo central

A teoria dos grafos transforma a visão de "áreas cerebrais isoladas" em um modelo de rede dinâmica. Esta palestra ensina como usar esse framework para classificar o paciente em um vetor de estado patológico e definir a força vetorial de intervenção neuromodulatória.

Grafo cerebral G=(V,E): ROIs sLORETA e PLV/coerência

Métricas de centralidade: grau, betweenness, eficiência

Small-World: segregação ↔ integração

Os 4 vetores clínicos de estado

DMN vs CEN vs Saliência: competição de redes

Vetor de Pitágoras: magnitude de conectividade

Objetivos de aprendizado

Classificar paciente nos 4 vetores via qEEG e sLORETA

Interpretar centralidade e conectar a déficits executivos

Usar connectogram PLV para monitorar evolução das arestas

Apresentação: Dra Viviane Dasilva - Instagram | LinkedIn | Facebook

Psicóloga, mestre em Dependência Patológica com certificação pela Universidade de Oxford e membro da Associação Britânica de Neurociência. Atualmente, cursa mestrado em Neurociência Cognitiva e Psicobiologia na Universidade de Parma, Itália, onde também atua como assistente de pesquisa no Laboratório de Psicologia Cognitiva. Possui pós-graduação em Teoria dos Sistemas Familiares e Terapias de Terceira Geração.

Desde 2016, atende online com consultoria individual, familiar e corporativa, realizando leituras de mapas neurais e programas remotos de neurorreabilitação e neurotreinamento com qEEG e dispositivos domiciliares.

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08 — Neurofeedback — Método, Evidências e Protocolo sLORETA

NFT + SLORETA
Apresentação: Dr João Paulo Moreira Di Vellasco

Da amplitude linear ao closed-loop de precisão: como o NFT reconstrói arestas do grafo.

NEUROFEEDBACK NFT CLOSED-LOOP LIVE SESSION

Conteúdo central

Quando o NFT é combinado com sLORETA e teoria dos grafos, deixa de ser um treino de amplitude genérica e passa a ser uma calibração cirúrgica de arestas específicas do grafo neural.

Princípio de Hebb aplicado ao NFT

NFT Z-score vs amplitude: vantagens e limitações

Montagem de 3–4 canais monorreferenciais

Protocolo de linha média: Fz, Cz, Pz, Oz

SMR em Cz · Ritmo Mu em C3/C4

Fz como âncora vetorial: F3 (hipo) · F4 (hiper)

Live Session no FRM: Band Power, Spectrum, Wavelet

Objetivos de aprendizado

Montar protocolo NFT de 3–4 canais com âncora Fz

Distinguir quando usar SMR, Mu, Alfa e Teta

Usar a Live Session do software em tempo real

Apresentação: Dr João Paulo Moreira Di Vellasco - CRP 09/4975 - Instagram | LinkedIn | Facebook CDI · BDWS · i-

Graduado em Psicologia e Especialista em Neuropsicologia psicologia pela PUC/Go

Aperfeiçoamento em Psicogerontologia pelo PROEPSI/UFMG

Habilitação na Técnica de Neuromodulação Autorregulatória/Neurofeedback (Neurowork)

Docente na graduação de Psicologia e supervisor de estágio em Neuropsicologia da UNIALFA.

Docente na Pós Graduação de Terapia Comportamental Cognitiva, Reabilitação Neuropsicológica e Psicologia da Saúde no Instituto Suassuna.

Instagram: @joaopaulovellasco

Email: [email protected]

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09 — Neuromodulação com Corrente — tDCS · tACS · tPCS · tRNS · tVNS

5 MODALIDADES
Apresentação: Dra Renata Maria de Paula Násser

Engenharia de tráfego neural: escolher a ferramenta certa para o nó certo do grafo.

TDCS TACS TPCS TRNS TVNS

Conteúdo central

Com sLORETA e teoria dos grafos, o alvo não é o eletrodo — é o nó do grafo. Esta palestra apresenta as cinco modalidades de corrente disponíveis, suas mecânicas biofísicas distintas, e como o diagnóstico vetorial define qual ferramenta usar.

tDCS (Corrente Contínua): modulação tônica — anodal (excitatório) vs catodal (inibitório)

tACS (Corrente Alternada): ressoa com ritmos endógenos — sincroniza oscilações

tPCS (Corrente Pulsada): pulsos com duty cycle — modulação temporal precisa

tRNS (Ruído Aleatório): ruído branco de corrente — excitabilidade cortical bilateral

tVNS (Nervo Vago Transcutânea): modulação autonômica e anti-inflamatória

Diagnóstico vetorial → modalidade: hipofunção, burnout, ansiedade

Protocolo concorrente (closed-loop): estimulação + tarefa cognitiva

Objetivos de aprendizado

Distinguir os mecanismos biofísicos das 5 modalidades e suas indicações

Selecionar a modalidade correta para cada vetor clínico identificado

Desenhar protocolo concorrente com base no nó-alvo do grafo

Apresentação: Dra Renata Maria de Paula NásserCDI · BDWS · i-

Psicóloga Clínica e Neuropsicóloga

MBA em Reabilitação Neuropsicológica — IPOG – Instituto de Pós- Graduação e Graduação — Em andamento

Especialização em Neuropsicologia — IPOG – Instituto de Pós-Graduação e Graduação — 2026

Especialização em Avaliação e Diagnóstico Psicológico — Faculdade Única — 2016

Especialização em Psicopatologia — Incantato Educação — Em andamento

Graduação em Psicologia — UNIPAC – Universidade Presidente Antônio Carlos —2014

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10 — Neurotraining — NBR, EBA-RC, Neuromove & NeuroGraph

PROTOCOLO INTEGRADO
Apresentação: Dra Viviane Dasilva

A caixa de marchas completa: integrar as quatro ferramentas em sequência clínica.

NBR EBA-RC NEUROMOVE NEUROGRAPH POLAR H10

Conteúdo central

O Neurotraining integra quatro ferramentas com lógicas distintas e complementares: NBR regula o sistema autonômico, EBA-RC reconsolida traços mnésicos, Neuromove reconecta neurônios motores, e NeuroGraph monta treinos baseados nos hubs comprometidos do conectoma.

NBR Method: dois tracks — NBR Core (respiração + mindfulness) e NBR+EBA-RC

EBA-RC: 5 fases (calibração → evocação → EBA → integração → consolidação)

Neuromove Fase 1: respiração + relaxamento progressivo — preparação metabólica

Neuromove Fase 2: marcha rítmica bilateral — descargas de entropia

Neuromove Fase 3: resistência leve com tDCS M1 — neuromodulação + movimento

HRV Polar H10 como árbitro: RMSSD via Bluetooth regula intensidade e pausas

NeuroGraph: hubs comprometidos por condição (Parkinson → M1 + parietal + memória)

Objetivos de aprendizado

Descrever as 3 fases do Neuromove e o papel do HRV Polar H10 como árbitro

Distinguir NeuroGraph de treino cognitivo por circuitos isolados

Sequenciar NBR → EBA-RC → Neuromove → NeuroGraph em sessão integrada

Apresentação: Dra Viviane Dasilva - Instagram | LinkedIn | Facebook

Psicóloga, mestre em Dependência Patológica com certificação pela Universidade de Oxford e membro da Associação Britânica de Neurociência. Atualmente, cursa mestrado em Neurociência Cognitiva e Psicobiologia na Universidade de Parma, Itália, onde também atua como assistente de pesquisa no Laboratório de Psicologia Cognitiva. Possui pós-graduação em Teoria dos Sistemas Familiares e Terapias de Terceira Geração.

Desde 2016, atende online com consultoria individual, familiar e corporativa, realizando leituras de mapas neurais e programas remotos de neurorreabilitação e neurotreinamento com qEEG e dispositivos domiciliares.

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11 — NORA & Formação de Counsellors — A Clínica Ampliada

CLINICA AMPLIADA
Apresentação: Dra Brena Caroline dos Santos Dias

Integrando neurociência de precisão à escuta clínica: o perfil do profissional do século XXI.

NORA COUNSELLOR ÉTICA RELAÇÃO TERAPÊUTICA

Conteúdo central

NORA (Neuromedtech Oriented Responsive Assistant) é o framework que integra os dados objetivos do qEEG à subjetividade do paciente. Uma ferramenta sem clínico formado é apenas tecnologia.

NORA: o que é e como diferencia o profissional do aplicador técnico

Tríade: dados objetivos + fenótipo clínico + relação

Formação de Counsellors: competências e limites

Apresentar o relatório FRM ao paciente sem perder precisão

Integração multidisciplinar e encaminhamentos

Acompanhamento longitudinal: CDI e MRV sessão a sessão

Casos clínicos e aliança terapêutica

Objetivos de aprendizado

Definir NORA e como integra dados objetivos à escuta relacional

Identificar competências centrais do Counsellor

Praticar a apresentação ética do relatório FRM ao paciente

Apresentação: Dra Brena Caroline dos Santos Dias

Brena Caroline dos Santos Dias

Neuropsicopedagoga

Mestra Profissional em Educação

Formação de Extensão Universitária em Neurofeedback

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12 — Apresentação do FRM — O Software de Precisão Clínica

DEMO AO VIVO
Apresentação: Eng Software Sergio Nader

Tour completo pela plataforma: do primeiro login ao relatório PDF em 30 minutos.

FRM SOFTWARE DEMO AO VIVO LIVE SESSION RELATÓRIO PAPER DEMO

Conteúdo central

Tour completo pela plataforma conduzido como uma jornada clínica completa: um paciente real é carregado, todas as abas são exploradas em sequência lógica, uma simulação TVB é executada ao vivo, e um relatório clínico em PDF é gerado ao final.

Dashboard e layout: header, sidebar, brain map SVG e as seis abas de análise

Importação de dados: Epoch JSON vs EDF — quando usar cada formato

Aba Resonance: i-APF, i-FAI, CDI, BDWS e Better Frequencies

Aba Advanced Metrics: Higuchi, Hurst, DFA, Lyapunov, Hodgkin-Huxley, Goodwin

Aba Fractal: simulação TVB e análise multiescala (12 escalas temporais)

Aba Protocol: ajuste personalizado Z × Pascal × Fibonacci × φ por banda

Aba sLORETA: 4 visualizações (3-Panel, Montage, Topomap, 3D)

Relatório clínico: as 13 seções do report e exportação em PDF

Objetivos de aprendizado

Navegar com segurança em todas as abas do software e interpretar cada métrica

Executar o fluxo completo: importar EDF → rodar simulação → gerar relatório PDF

Usar o Paper Demo para apresentar o FRM a colegas e pacientes

Apresentação: Eng Software Sergio Nader

Sergio Nader é um engenheiro de software sênior que lidera o desenvolvimento e a integração de IA do Modelo de Ressonância Fractal, uma plataforma com inteligência artificial que traz uma abordagem inovadora para a análise de qEEG usando a geração de relatórios baseada em RAG, como parte da NeuroMedTech. Ele também desenvolve soluções de IA para empresas que buscam integrar IA às suas operações existentes e é o fundador do adaptAI.chat, uma plataforma que dá aos usuários acesso a quase 300 modelos de IA a partir de uma única interface — com a possibilidade de compará-los lado a lado. Músico, aquarelista e entusiasta de física e história, ele constrói com IA e a integra em produtos do mundo real diariamente, e é exatamente por isso que ele não confunde o que ela faz com o que ela é.

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13 — NetNeuro — Da Ciência dos Laboratórios à Vida Real

FORMAÇÃO CONTINUA
Apresentação: Coach Raquel Simomura

A plataforma de formação que une profissional, família e caregiver em um sistema completo.

NETNEURO PATIENT-CENTRED FAMILIA CAREGIVER ECOSSISTEMA REINO UNIDO

Conteúdo central

A NetNeuro nasceu de uma convicção da neurociência produzida nos laboratórios precisa chegar à clínica e à vida diária do paciente sem perder o rigor. Plataforma britânica com expansão crescente no Brasil, liderada pela Dra. Viviane Dasilva.

Missão: trazer a ciência dos laboratórios para a vida real da clínica

Origem britânica · expansão no Brasil — bilíngue, acessível, com rigor

Abordagem patient-centred: inclui família, caregiver e ambiente

Trilha Profissional: qEEG, sLORETA, FRM, NFT, Neuromodulação, NORA

Trilha Família & Caregiver: entender o diagnóstico e apoiar a reabilitação

Trilha Paciente: neuroeducação acessível — o cérebro como aliado

Comunidade ativa: supervisão clínica, grupos de estudo, suporte pós-certificação

Objetivos de aprendizado

Compreender a missão e o posicionamento da NetNeuro no ecossistema

Identificar as trilhas disponíveis para profissionais, famílias e caregivers

Entender por que incluir o entorno do paciente é parte do protocolo clínico

Apresentação: Coach Raquel Simomura

Coach certificada de adolescentes pela BP NeuroTraining, com formação em Coaching Vocacional, Habilidades Interpessoais, Metacognição, TDAH e Necessidades Educacionais Especiais.

Executiva com mais de 25 anos em empresas globais, especialista em estratégia, inovação, governança, gestão de projetos, PMO e criação de valor em ambientes multiculturais.

Consultora, mentora e palestrante, conecta estratégia e execução com alto impacto organizacional. Cursa Mestrado em Liderança, possui MBA e certificações PMP, Disciplined Agile e Scrum.

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BÔNUS EXCLUSIVO

Lives pré-evento com

Dra. Viviane Dasilva

Neurocientista E Co-criadora do software FRM

ORCID 0009-0002-0101-4611

Nesta série exclusiva, você terá acesso aos fundamentos conceituais

que servirão de base para o seu sucesso no evento principal

3 lives ao vivo

acervo após o evento

Apenas os participantes do Lote 01 receberão o link exclusivo para assistir às transmissões ao vivo.

As transmissões ao vivo serão em português, com um debate aberto ao final.

Por que precisamos abandonar o paradigma populacional e mover para o biomarcador individual.

Do z-score à neurometria individual
LIVE 01
03-08-2026

Como métricas não lineares revelam a arquitetura fractal do sistema e o colapso para entropia patológica.

Pink noise como biomarcador de saúde cerebral
LIVE 02
10-08-2026

Demo guiada das principais funções do software e Q&A aberta com a comunidade pré-evento.

Bastidores do Software FRM
LIVE 03
17-08-2026

O objetivo não é tratar o sintoma é restaurar a arquitetura

do sistema operacional deste cérebro.

VIVIANE DASILVA & OLIMPIA PINO

FRACTAL RESONANCE MODEL

Evento internacional de lançamento do software FRM. Realização Neuro-Medtech, em parceria com University of Parma, Brain Performance Institute & NetNeuro.

PROGRAMA

  • Lançamento Software FRM

  • 13 palestras sobre neurometria de precisão, qEEG, sLORETA e Digital Twin

  • Lives Pré-evento

  • Material Cientifico - Biblioteca de Papers

REALIZAÇÃO

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